Testando algumas fotos macro.
Todos sabem que amo morar aqui em João Pessoa, pois é um lugar belíssimo, seguro e agradabilíssimo, isto dito por mim e pelos milhares de turistas visitam e se apaixonam pela cidade.
Tudo bem que eu não gosto de futebol, mas eu concordo que deveríamos ter ao menos um estádio de futebol. Dizem que temos, mas eu sinceramente me envergonho ao passar por perto do que chamam de estádio de futebol aqui, que, diga-se de passagem, nunca foi terminado. O lugar é amplo, sem estacionamentos e só serve ou para usuários de drogas a noite já que a iluminação é inexistente, ou para casais aventureiros pararem os carros no escuro correndo o risco de serem assaltados, mortos e etc. Ah, e a piada final... queriam sediar um jogo da copa do mundo hauhauha onde? Claro que vão alegar que ele iria ser todo reformulado e bla bla bla bullshit!
É triste a minha situação estando na seca. Vou sair com uma amiga que sei que vou me arrepender, mas mesmo assim não agüento mais a falta. Bom, estou indo no AP dela agora... tomara que seja legal uhauha
Mais duas semanas e estarei de férias. Estou participando de um júri simulado na faculdade e me pediram par atirar algumas fotos de todos os júris e de todas as turmas. Nada entediante uma vez que adoro fotografia. Planos para o final do ano? Aproveitar e aproveitar bastante, sem dúvida!
Em sua grande nova fase ele aprendeu, com os erros do passado, a se entender melhor e agora com a ajuda da psicóloga ele constatara que todo o problema girava em torno da sua auto-estima. Fase nova, vida nova e agora era só ficar e usar as mulheres, já que segundo ele todas são iguais, todas são egoístas e todas querem uma só coisa, dinheiro. Seguindo nessa linda míope de raciocínio ele descamba para as festas e bebidas sempre em demasia. Ficou com várias e sempre se vangloriou disso. Namorar sério estava, como sempre, fora de cogitação.
Ele agora, com 26 anos, começa a sair com a prima mais nova, 16 anos. Claro que ela sai com a sua turma também nessa mesma faixa etária. Lembro-me perfeitamente dele falar que as amigas da prima falavam bem dele e que ele talvez ficasse com algumas delas por ficar, beijar na boca só para não ficar só. Falou também que precisava encontrar alguém para ficar sem compromisso. Conhece então a Carolyne, 15 anos, amiga da prima dele. Ficam amigos. Ele zomba dela o tempo todo falando que uma “pirralha” de 15 anos de idade era a coisa mais fácil do mundo de domar. Começa assim, a sua última grande empreitada, um namoro com uma garota de 15 anos de idade. De início ela era só passa-tempo, que já que não tinha o que fazer a noite, ao menos beijaria numa boca. Ledo engano! O Pai da Garota, seu Tenório, era um Pit Bull. Namoro só na sala e sobre os seus olhares. Sair sozinho? Nem pensar! E tem que levar o irmão mais novo se quisessem sair e voltar bem antes das 11 da noite. Mas o meu amigo, “maduro”, “calejado” das situações anteriores se submeteu a tudo isso, claro, afinal era fácil de domar a garota de apenas 15 anos de idade. A mãe da garota desde o início tem uma clara aversão ao namorado da filha.
O problema de não se mancar é agudo nele. Por incontáveis vezes o pai da garota fala que está na hora de dormir, mas o meu amigo não larga o osso e é praticamente expulso. Esse problema de não se mancar é relativamente comum só que bem mais aparente nesse meu amigo. Com um tempo ele começa a sufocar a garota, passa a ir a casa dela sem avisar, vai todos os dias, demora para sair e, novamente, não se manca disso. Naturalmente, sem tempo para os amigos e para si mesma, ela começa a saturar e demonstrar pouco ou nenhum interesse. As desculpas para não recebê-lo começam e o pesadelo do passado ronda a sua mente. Ignorando os sinais claros, ele continua a ligar todos os dias, fazer a feira da família dela, tenta se aproximar da mãe e do pai da namorada numa tentativa desesperada para poder continuar o que ele enxerga como namoro. É repelido duplamente pela mãe e pelo pai da garota e assim ele começa a se dar conta da realidade.
Pela terceira vez ele entra em declínio absoluto, engorda espantosamente, deixa os estudos de lado, vive de comer, sair, caçar mensagens no Orkut da moça e indiretamente ameaçar com chantagens psicológicas, tentando se fazer de vítima e todas aquelas baboseiras de quem gosta de perder tempo.
Com razão, a moça fica proibida de encontrá-lo, dá todas as desculpas possíveis e imagináveis para não encontrá-lo, até que um dia, em um show, ele por acaso a encontra e ela beija outro na sua frente. “O ódio que senti é indizível”, comentou ele depois. O “namoro” durou 7 meses e o prejuízo foi basicamente o mesmo dos relacionamentos passados. Nos 9 meses seguintes ele continuou insistindo, falando que amava a garota e ela disse claramente que sentia pena dele, que só ficou com ele uma vez depois que terminaram por pena, pura pena.
Pessoalmente eu tenho uma teoria de porque os relacionamentos dele geralmente apodrecem depois de uns 3 meses. As meninas geralmente gostam da sua aparência. Ele por sua vez se camufla bem, tem a pose de universitário, fala dos planos para o futuro e elas pensam que ele é um bom partido. Tem um bom carro e eles ainda estão na fase do marketing pessoal, do conhecimento, portanto, mostra o que têm de melhor em si. Com o passar do tempo, contudo, elas começa a ver que ele não quer nada com nada, percebe as conversas e brincadeiras infantis e o relacionamento entra em colapso.
Continuo com a indagação que levantei no início da primeira postagem... por que as pessoas se submetem a esse tipo de coisa? O que leva uma pessoa a passar por tudo isso em nome de um relacionamento que muitas vezes só existe em suas cabeças?
Depois de sair do pesadelo dessa relação unilateral e bastante prejudicial, ele entra na fase da revolta. Aquela tão conhecida fase de generalizações, de falar que nunca mais na vida vai namorar e afirmar que todas as mulheres são iguais. É comum, mas passa logo. Entra em cena, então, a Fabíola, cuja beleza e voluptuosidade claramente chamam a atenção. Conheceram-se em um bar na praia, trocaram telefones e rapidamente começaram a se encontrar. Era um sonho, para ele. “Não quero relacionamentos, quero só sexo e ela também, então não há a menor possibilidade de eu passar por tudo aquilo novamente com ela”, disse ele em certa ocasião. Realmente ele estava em uma situação privilegiada, uma mulher linda, gostosa ao extremo e querendo apenas sexo! Um sonho! Outras apareceram para ele e ele que não é bobo nem nada, saía com todas elas, algumas lindas e outras nem tanto, mas o fato foi que ele já estava na ativa havia dois meses e a super fase não dava sinais de arrefecimento, ao contrário. Foi então que ele, no auge, ele decidiu que ia a um show. Acho que foi do Skank, não lembro. Chegando lá ele encontra a Natália, mãe de um filho de 3 anos, bêbada de cair. Ficam nessa noite, sem sexo. Então começa o relacionamento que ele tanto falava que não queria. Ah, outro detalhe, ela mora em uma cidade aproximadamente 4 horas daqui.
No primeiro mês de namoro ele disse que ela era tudo que ele queria, falavam em casamento, morar juntos, faziam planos. Ela era baladeira de carteirinha, de boba não tinha nada, então, já que ele bancava tudo pra ela, porque não namorar? É bem cômodo, não? Como sempre, o interesse não era mútuo, ao menos no quesito atenção e vontade de namorar. Ela dava sinais claros de que saía com outros e a falta de interesse que para muitos de nós geraria, por si só, certa desconfiança de que havia algo de errado, para ele era algo comum e que, portando, não precisaria se preocupar. A falta de interesse não poderia ser mais cristalina, mas ele, pra variar, estava cego surdo e mudo. Por inúmeras ocasiões ele viajou de surpresa pra vê-la, e chegando ao trabalho dela ficou plantado por duas horas porque ela não se deu o trabalho de descer para vê-lo. O futebol era mais importante. Como se não bastasse isso, ele agora decide que vai ajudá-la a quitar as dívidas do cartão de crédito. Fala com um irmão sobre uma suposta dívida que contraiu no valor da fatura do cartão da moça e pede a grana para pagar. O irmão, sabendo do histórico dele, desconfia e nega qualquer ajuda imediatamente. Em pouco tempo, sem trabalhar ele afunda em dívidas, mas continua bancando a moça, comprando presentes caros e desfilando com ela nos shopping centers.
O namoro entra em declínio irreversível e ele agora anda mais e mais desconfiado das saídas dela. Começa então as longas procuras por algo incriminador no Orkut da moça. Passa horas diariamente analisando cada recado recebido e a cada descoberta de algo suspeito ele me liga e conta tudo nitidamente consternado. Os meus conselhos para terminar e procurar se valorizar mais são em vão, nada funciona e ele só enxerga aquilo que quer. Mesmo assim ele continua os pesados investimentos no relacionamento, literalmente falando.
Em um dado momento ele comenta que o sexo é razoável e que ela nunca o procura. Nada de sexo oral da parte dela. Comentou também que começaram a fazer sexo sem camisinha e que era maravilhoso. Inutilmente alertei para as conseqüências, lembrei que ele só conhecia a moça tinha dois meses exatos e que era cedo para tudo inclusive para ficar se doando tanto, especialmente sem reciprocidade. Tudo em vão! Bem antes de completar três meses de namoro ela engravida e para a minha total surpresa, apesar do relacionamento estar praticamente falido, com indícios claros de que ela estava com ele só para ter alguém aqui para bancar as saídas dela, ele se mostra feliz e fala que vai morar na casa da avó dela, que mora aqui na cidade. Com menos de três meses ela perde a criança e o relacionamento segue. Dois meses depois, ela termina e ele entra em profunda depressão. Chorando, sem vontade de viver e com uma conversa suicida, ele reclama que nada dá certo. Tudo aquilo que aconteceu com o primeiro namoro vem à tona, porém, dessa vez, potencializado. A insistência pra ela voltar pra ele beira a loucura. O número de horas gastas no Orkut analisando as mensagens se intensifica e fica clara a falta de concentração dele para fazer qualquer coisa, um completo descolamento da realidade e incapacidade para enxergar o óbvio. Ele não para de falar dela, tem crises de ciúmes ultrajantes a cada recado deixado por algum homem no Orkut dela. Decide então viajar para a cidade dela com freqüência, sempre insistindo. Vencida pelo cansaço e pela ganância, ela resolve que pode ficar com ele de vez em quando. A tática dela é clara. Quando ela vem para cá, liga, ele vai buscá-la na rodoviária, banca tudo e assim ela vai levando. Depois de uma viagem na qual ele serviu apenas de motorista e de caixa ele resolve dar um basta.
Finalmente ele resolve procurar ajuda e começa a se consultar com uma psicóloga. As consultas começam a surtir efeito e ele, aos poucos começa a desgrudar da Natália. Todo o processo durou meses, mas finalmente ele se viu livre dela.
Fase nova, velhas retóricas... assim começa a sua fase de maturidade, sem namorar por um bom tempo, sem acreditar em relacionamentos e agora é só aproveitar a vida, será?